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Garoto (?) Propaganda
Publicado no Jornal Comércio da Franca do dia 02/02/2018, Seção Opinião e Debates, pág. 04 (disponível também em gcn.net.br/noticias/370237/opiniao/2018/02/garoto--propaganda)
Escrito por: Tiago Faggioni Bachur. Colaboração de Fabrício Barcelos Vieira. Advogados e professores especialistas em Direito Previdenciário



Garoto (?) Propaganda

(escrito por TIAGO FAGGIONI BACHUR. Colaboração de Fabrício Vieira. Advogados e Professores especialistas em Direito Previdenciário)

 

Tentando reverter sua impopularidade e convencer os trabalhadores a aceitar a reforma da previdência, o Presidente Michel Temer resolveu ser o “Garoto Propaganda” da campanha, ao aparecer nos últimos dias em programas de televisão (como Amauri Júnior, Silvio Santos e Ratinho).

 

Em suas aparições, tentou convencer da necessidade das mudanças e de um falacioso déficit (que inexiste, de acordo com o que foi apurado em CPI do Senado).

 

Michel Temer, com grande maestria e o dom da oratória que lhe é peculiar, dentre as várias coisas que falou, disse que a Reforma da Previdência acabará com privilégios e desigualdades e que os pobres não serão afetados.

 

Talvez tenha convencido os menos avisados, mas não aqueles que acompanham o que de fato está ocorrendo – motivo pelo qual, foi chamado de “mentiroso” por parte da imprensa.

 

Não é verdade que os privilégios acabarão, pois os Políticos continuarão recebendo suas gordas aposentadorias, por pouco tempo de mandato.

 

Na proposta de reforma, também, não há alteração do sistema Previdenciário dos Militares (que possuem benefícios generosos).

 

Servidores Públicos serão os mais punidos, pois terão que trabalhar, em algumas situações, mais do que os da iniciativa privada.

 

A classe trabalhadora mais pobre também será prejudicada.

 

Com a imposição de uma idade mínima para aposentar, chegar aos 62 anos de idade (mulheres) e 65 anos (homens) trabalhando, principalmente em serviços mais pesados, é quase impossível.

 

Se hoje, o mercado de trabalho costuma rejeitar o trabalhador com mais 40/50 anos, como ficará a situação dos maiores de 60?

 

Há o risco de no futuro existir um grande número de idosos desempregados e sem condições de se aposentarem.

 

O IBGE divulgou que em alguns Estados a média de vida não passa dos 60. Ora, como exigir, portanto, uma idade mínima para quem vive nesses lugares?

 

Em um dos programas de TV, ao final, Temer absurdamente apelou para que a população escreva para deputados votarem a favor da reforma.

 

Não se pode deixar que inverdades, como essa, prevaleçam. Não adianta ganhar o apoio de apresentadores populares (que certamente estão recebendo algum cachê), achando que isso salvará sua imagem e reverterá a ideia de não Reforma.

 

É preciso que os insatisfeitos demonstrem a rejeição de ideias como essa, onde só os políticos ganham e a população perde.





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