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Lesões da Voz e o INSS
O assunto hoje interessa a todos os professores, locutores, telefonistas, vendedores... Enfim, todas as pessoas que fazem da voz a sua ferramenta de trabalho.
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Lesões da Voz e o INSS - 2018-05-07


Tiago Faggioni Bachur



O assunto hoje interessa a todos os professores, locutores, telefonistas, vendedores... Enfim, todas as pessoas que fazem da voz a sua ferramenta de trabalho.

Vamos tratar dos benefícios por incapacidade que são pagos em relação àquela pessoa que tem uma lesão na sua voz.

Aguarde que daqui a pouquinho nós vamos ver isso melhor.

Quem usa a sua voz como ferramenta de trabalho, caso sofra alguma lesão, (um nódulo, por exemplo) poderá ter direito de receber algum benefício por incapacidade do INSS: aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença ou auxílio-acidente. Isso vai depender da extensão da lesão que ela tiver.

Quando a incapacidade total e permanente, onde a pessoa não pode voltar a trabalhar na mesma atividade que ela desempenhava e nem exercer uma outra atividade, ela vai ter direito de receber a aposentadoria por invalidez.

Quando a incapacidade for total, mas for temporária, ou seja ela vai poder exercer a sua atividade daqui a algum tempo, ou então ela vai poder ser afastada daquela atividade e vai ser readaptada numa nova atividade que lhe garanta a subsistência, enquanto ela não puder voltar na mesma atividade ou começar uma nova terá direito ao auxílio-doença.

O terceiro benefício, que é o auxílio-acidente, vai ocorrer quando a pessoa ficar com incapacidade parcial e permanente.

Vamos entender melhor como isso funciona. Quando a pessoa fica doente em razão do trabalho ou então tem um agravamento da sua doença em razão do trabalho. Então, imagine um professor, ou uma telefonista, ou um vendedor, que usa a sua voz frequentemente. Porquanto e por conta do excesso que ela faz do uso da sua voz ela acaba tendo um nódulo ou algum problema no seu aparelho fonador. na sua voz.

Num primeiro momento, talvez ela vai ficar afastada, por um certo período, das suas atividades. Vai receber o auxílio doença.

Porém, quando ela tiver a alta e voltar para o trabalho, ela ficou com uma sequela. Às vezes, o médico disse para ela que ela não pode falar por muito tempo, por muitas horas, como ela falava antes. Ou então, ela vai ter que ser reabilitada numa nova atividade. O professor, por exemplo, ele deixa de ser professor e vai trabalhar como bibliotecário, ou vai ser coordenador, porque ele não pode falar por muito tempo. (...)

Ele passa a ter direito ao benefício chamado auxílio-acidente. E o auxílio-acidente é o benefício em que a pessoa pode trabalhar e receber do INSS ao mesmo tempo. Esse benefício vai durar até que a pessoa se aposente e ele entra na conta da sua aposentadoria. Ou seja, soma-se o seu salário com o valor do auxílio-acidente. Assim, por exemplo, se a pessoa tem um salário de R$ 1500 e recebia R$ 500 de auxílio acidente, quando for a hora de se aposentar entrará para conta o valor de R$ 2000.

E agora, uma dica para você.

Quem esteve em gozo de auxílio-doença e depois da alta o INSS não implantou o auxílio-acidente, essa pessoa pode ter direito de receber os últimos cinco anos em que ela não recebeu o auxílio-acidente.

Como assim?

Ela se afastou, deveria ter recebido o auxílio acidente na alta do INSS. Porém, o INSS não implantou o benefício. Se ela ingressar com ação hoje, vai ter direito de receber os atrasados daquele período - pelo menos dos últimos 5 anos - e passará a receber o auxílio-acidente daqui para frente. Para isso, será necessário a ajuda de um especialista da área.



Extraído de https://www.youtube.com/watch?v=gdg-UYJKnCI



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